Um dos aspetos destacados pelo endocrinologista foi a questão da linguagem que os profissionais de saúde frequentemente utilizam com as pessoas que vivem com diabetes. Assumindo um tom agressivo ou excessivamente paternalista, pode criar resistências nos doentes e contribuir para uma fraca adesão à medicação e aos cuidados de saúde.
Deixou ainda um alerta para aquele que considera um "retrocesso no combate à diabetes" em Portugal nos últimos anos, com a paralisação efetiva ou iminente de vários programas de intervenção anteriormente implementados. É essencial reativar essas ações e perceber que as associações que representam os doentes têm de ser interlocutores privilegiados junto das autoridades de saúde, mantendo em mente que por trás de toda a fervilhante investigação científica em torno da diabetes "estão pessoas, que são o objetivo final do nosso trabalho".



































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